quarta-feira, junho 21, 2017

Nunca existiu nenhuma câmara de gás para matar seres humanos no campo de concentração de Dachau

Até meados da década de 1950, ainda não era feita nenhuma distinção entre os vários campos de concentração quando à "Solução Final" – a destruição física dos judeus europeus alegadamente ordenada pela liderança do Terceiro Reich. Supostamente todos os campos tinham tido o mesmo papel nesta enorme "conspiração da morte". Todos os campos de concentração, dizia-se, tinham uma ou mais "câmara de gás" na qual os judeus eram gaseados com cianeto volátil (na forma de "Zyclon B", um fumigante registado) ou com monóxido de carbono.



«In 1942, the crematorium area was constructed next to the main camp. It included the old crematorium and the new crematorium (Barrack X) with a gas chamber. There is no credible evidence that the gas chamber in Barrack X was used to murder human beings.»

«Em 1942, a área do crematório foi construída próxima do campo principal. Incluía o crematório velho e o crematório novo (Barrack X) com uma câmara de gás. Não existem provas credíveis de que a câmara de gás tenha sido usada para matar seres humanos.»

Até Maio de 2003, qualquer visitante da câmara de gás de Dachau podia ler num painel a seguinte frase em cinco línguas diferentes:

CÂMARA DE GÁS
disfarçada de "sala de chuveiros"
- nunca foi usada como câmara de gás


Câmara de Gás de Dachau

Já em 1960, o Institut für Zeitgeschichte [Instituto de História Contemporânea] em Munique sentiu-se na obrigação de emitir a seguinte declaração, talvez em resposta às descobertas do historiador francês Paul Rasinier:

Dr. Martin Broszat, Institute of Contemporary History in Munich, Letter in Die Zeit, 19 August 1960, p. 16:

"Weder in Dachau noch in Bergen-Belsen noch in Buchenwald sind Juden oder andere Häftlinge vergast worden. Die Gaskammer in Dachau wurde nie ganz fertiggestellt und 'in Betrieb' genommen."

English translation: "Neither in Dachau, nor in Bergen-Belsen, nor in Buchenwald, were Jews or other inmates gassed. The gas chamber in Dachau was never completed and put 'into operation.'."

«Nem em Dachau, nem em Bergen-Belsen, nem em Buchenwald foram gaseados judeus ou outros prisioneiros. A câmara de gás de Dachau nunca foi terminada e colocada em operação… O extermínio em massa por gaseamento dos judeus começou em 1941-42, e ocorreu em muito poucos lugares, seleccionados exclusivamente para esse objectivo e equipados com as instalações técnicas necessárias, sobretudo no território da Polónia ocupada (mas em nenhum lugar do Reich alemão propriamente dito).»

A afirmação do Instituto de História Contemporânea foi uma retirada geral. O que a tornou tão sensacional foi, não apenas o facto de haver uma multidão de ex-prisioneiros que tinham testemunhado ter havido "gaseamentos" nos campos de concentração do Reich, mas também o caso de vários comandantes destes campos terem assinado "confissões" afirmando a existência de alegadas "câmaras de gás". No Tribunal Militar Internacional de Nuremberga, o Promotor Chefe Britânico, Sir Hartley Shawcross, citou Dachau, Buchenwald, Mauthausen, e Oranienburgo como locais onde o assassínio era "tratado como uma indústria de produção em massa em câmaras de gás e fornos".


O Promotor Chefe Britânico, Sir Hartley Shawcross,
no Tribunal Militar Internacional de Nuremberga

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Não obstante todos os desmentidos oficiais sobre a existência de câmaras de gás em Dachau para assassinar seres humanos, hoje, quem visitar este campo de concentração, depara-se com a mesma mentira de sempre:


À esquerda – foto da «Câmara de Gás». Ao centro – porta da entrada da «Câmara de Gás» com a palavra «BRAUSEBAD» - "sala de chuveiros". À direita, uma placa que diz: Câmara de Gás - Este era o centro potencial do assassínio em massa. A sala estava disfarçada de "sala de chuveiros" e equipada com falsos bicos de chuveiros para enganar as vítimas e evitar que elas se recusassem a entrar na sala. Durante um período de 15 a 20 minutos, cerca de 150 pessoas de cada vez podiam ser sufocadas até à morte com o gás venenoso ácido prússico (Zyclon B).


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E eis as quatro verdadeiras câmaras de gás (câmaras de fumigação) do campo de concentração de Dachau, onde milhões de piolhos (portadores de tifo) entranhados nas roupas dos prisioneiros foram exterminados com Zyclon B.



Soldados americanos observam a roupa dos prisioneiros, já desparasitada com Zyclon B nas câmaras de fumigação, pendurada para arejar:

terça-feira, junho 06, 2017

A cara diabólica da Primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, um ser monstruoso ao serviço do Grande Dinheiro

A Primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May

Theresa May, a Primeira-Ministra do Reino Unido desde 2016, faz jus ao seu papel de uma dos testas-de-ferro ao serviço do Grande Dinheiro que controla o mundo.

Apercebendo-se do declínio em ritmo acelerado do poder de propaganda e de censura dos televisões e dos jornais, onde a "informação" difundida, de cima para baixo, é absolutamente controlada, o Grande Dinheiro tudo faz para controlar e eliminar a liberdade de circulação de informação e opinião nas Redes Sociais e nos Bloggers, onde todos falam com todos e expõem os crimes inomináveis que o Grande Dinheiro tem levado a cabo.

Com esse fim, o Grande Dinheiro simula «ataques terroristas» e outras manobras que tais por forma a controlar o «extremismo» na Internet. Leia-se: a livre troca de opiniões e informação entre os cidadãos.


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Eça de Queirós, em Cartas de Inglaterra (1877-1882), chamava a atenção para a importância do controlo da informação por parte do Grande Dinheiro na Alemanha.


Eça de Queirós: «...quase todos os grandes jornais, estão na posse do [Grande Dinheiro]. Assim, torna-se inatacável. De modo que não só expulsa o alemão das profissões liberais, o humilha com a sua opulência rutilante e o traz dependente pelo capital; mas, injúria suprema, pela voz dos seus jornais, ordena-lhe o que há-de fazer, o que há-de pensar, como se há-de governar e com que se há-de bater!»


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A confiança dos cidadãos americanos na sua imprensa caiu de 51% para 40%, de 2000 até 2015, segundo a Gallup - empresa de sondagem de opinião. E na faixa etária 18 – 49 anos [com mais acesso à Internet], essa confiança caiu para os 36%.


As receitas anuais da imprensa americana caíram dos 46,6 mil milhões de dólares em 2003, para os 16,4 mil milhões de dólares em 2014. Entretanto, na Internet, as redes sociais explodiram. Em 2003, havia no mundo 10 mil Bloggers. Em 2014 já havia 172 milhões de Bloggers.


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Novos acordos internacionais devem ser introduzidos para regulamentar a internet à luz do ataque terrorista da London Bridge, disse Theresa May.

A Primeira-ministra disse que a introdução de novas regras para o ciberespaço "privaria os extremistas de seus espaços seguros on-line" e que as empresas de tecnologia não estavam a fazer o suficiente.

"Não podemos permitir a esta ideologia que disponha do espaço seguro que precisa para se desenvolver, mas isso é precisamente o que estão a fazer a internet e as grandes empresas que fornecem serviços baseados na internet", disse May.

"Precisamos de trabalhar com os governos democráticos aliados para chegar a acordos internacionais para regular o ciberespaço para prevenir a propagação do planeamento extremista e terrorista".

A Primeira-ministra também disse que a Grã-Bretanha era muito tolerante com o extremismo e que os valores britânicos "pluralistas" deveriam ser estabelecidos como superiores.

O manifesto conservador compromete-se a regulamentar a internet, inclusive forçando os provedores de internet a participar de movimentos de contra-extremismo e dificultando o acesso à pornografia.

É considerado que no discurso da Sra. May foi a primeira vez que foi pedido publicamente a cooperação internacional para promover mais normas mais rígidas para o ciberespaço.

A intervenção vem após a introdução da Lei dos Poderes de Investigação de 2016 - denominada "Carta do Snooper" - que expande os poderes das agências de espionagem e do Governo na internet.

A Primeira-ministra afirmou que: "Embora tenhamos feito progressos significativos nos últimos anos, para ser franca, há uma tolerância demasiado grande para o extremismo no nosso país.

sexta-feira, junho 02, 2017

Je suis Mórmon! Mason Wells, de 19 anos, sobreviveu a três ataques terroristas - Paris, Boston e Bruxelas...


Ataques terroristas de Bruxelas: O missionário americano ferido, Mason Wells, "sobrevive ao terceiro ataque terrorista" depois [de ter sobrevivido aos ataques terroristas] de Paris e de Boston.

FOTO: Mason Wells (à esquerda) e Joseph Empey ficaram feridos nas explosões no Aeroporto de Bruxelas


Um adolescente americano que foi ferido nas explosões mortais de Bruxelas sobreviveu ao seu "terceiro ataque terrorista", diz o seu pai, tendo estado perto de Paris durante os ataques [que aconteceram nessa cidade] e apenas a um quarteirão das explosões bombistas de Boston.

Mason Wells foi um dos quatro missionários Mórmons feridos nas explosões no aeroporto internacional da capital belga que aconteceram pouco antes de uma explosão numa estação do metropolitano.

O jovem de 19 anos sofreu uma ruptura no tendão de Aquiles, lesões de estilhaços e queimaduras nos ataques que fizeram 34 mortos e mais de 200 feridos.

"
Este é o seu terceiro ataque terrorista", disse o pai Chad Wells à ABC News America, acrescentando que o seu filho ficou calmo durante a difícil experiência.

"Esta é a terceira vez que, infelizmente, na nossa sociedade, estamos ligados a uma explosão de bomba. Vivemos num mundo perigoso e nem todos são bondosos e afectuosos. Ele disse-nos que estava extremamente perto da explosão que o queimou. É uma bênção de Deus, ele estar vivo".




O Sr. Wells disse que ele e seu filho estavam a uma quarteirão da linha de chegada da Maratona de Boston, onde os ataques bombistas ocorreram em 2013, matando três pessoas e ferindo 264.

Estavam à espera da mãe de Mason Kymberly, que estava a correr no evento, mas que não ficou ferida.


O adolescente [Mason Kymberly], que estava a poucas horas de Paris durante os ataques coordenados em Novembro [em Paris] que mataram 130 pessoas, deverá recuperar completamente.

Os missionários Richard Norby, de 66 anos e Joseph Empey, de 20 anos, também foram hospitalizados após as explosões no aeroporto, que os atingiram enquanto acompanhavam um quarto missionário que viajava para Ohio numa missão.

Ela [a mãe de Mason Kymberly ] já passou pela segurança do aeroporto, disse a Igreja dos Santos dos Últimos Dias [Igreja Mórmon], mas também foi tratada por lesões menores após o ataque.

A família do Sr. Empey disse no Facebook que ele tinha sido tratado por queimaduras e submetido a cirurgia por causa dos ferimentos de estilhaços na perna.

"Os nossos corações estão a sofrer por todos aqueles que perderam a vida no ataque terrorista em Bruxelas", disse a família. "Gostaríamos todos de vos agradecer pelo vosso amor e orações".

Numa declaração em vídeo publicada on-line, Frederic J Babin, presidente da missão da igreja francesa de Paris, condenou os "trágicos acontecimentos" na Bélgica. "Quatro missionários ficaram feridos... estão a ficar bem, estão a ser tratados", disse ele. "Gostaríamos de agradecer a todos os que estiveram ao seu lado, ajudando-os a ficar melhor".


quarta-feira, maio 31, 2017

Numa audiência no senado americano, o vergonhoso testemunho de Aaron Mair, presidente da organização americana ambientalista Sierra Club, sobre o «Aquecimento Global Antropogénico»…

Numa vergonhosa audiência no senado norte-americano, Aaron Mair, o presidente do Sierra Club (a mais poderosa organização ambientalista americana e altamente subsidiada - com um orçamento anual na casa dos 100 milhões de dólares), replicou a todas as perguntas que lhe foram feitas papagueando por 17 vezes a mesma resposta:

Aaron Mair: "Eu subscrevo o consenso de 97% dos cientistas que concordam que existe um aquecimento global antropogénico [de origem humana]."


Algumas das questões que foram colocadas a Aaron Mair:

a) No seu testemunho escrito, o Sr. [Aaron Mair] afirmou que a ciência sobre as Mudanças Climáticas [o Aquecimento Global ser de origem humana] não ser objecto de discussão. Estou curioso para saber se no Sierra Club é prática frequente declarar que áreas da ciência não são objecto de discussão, de avaliação sobre aquilo que as provas e os dados mostram. Que a verdade sobre o assunto está decidida e encerrada.

b) O termo «PAUSA» não tem sido o que os alarmistas do aquecimento global antropogénico têm usado para explicar a Verdade Inconveniente de que os dados de satélite não demonstram nenhum aquecimento global nos últimos 18 anos? Porque os modelos dos computadores dizem que deveria haver um aquecimento dramático e, no entanto, os satélites que medem as temperaturas não mostram aquecimento nenhum?

c) As estatísticas que cita, nas quais 97% dos cientistas concordam em que existe um aquecimento global, são baseadas num estudo falsificado, e quando eu pergunto acerca da ciência e dos dados verdadeiros de satélite, e a sua resposta é: não prestem atenção aos vossos olhos mentirosos e aos números que os satélites mostram, em vez disso dêem atenção aos cientistas que estão a receber avultadas somas de dinheiro e que nos dizem para não debatermos o assunto?


Vídeo da audiência no Senado (9:47 minutos)


https://youtu.be/Sl9-tY1oZNw

segunda-feira, maio 29, 2017

Muitas dúvidas sobre o atentado de Manchester...

Uma testemunha, Jess Kelly, afirmou em directo na televisão que não houve nenhuma bomba em Manchester...

Jess Kelly: "Não havia dúvida nenhuma nas nossas cabeças de que não era uma bomba, portanto…"


(Vídeo 5:38 Min.)


https://youtu.be/pFg2UPxK1KI

quinta-feira, maio 25, 2017

Manchester - Atentados terroristas e exercícios antiterroristas... As semelhanças são tenebrosas...

Há praticamente um ano, a 10 de Maio de 2016, a polícia e os serviços secretos ingleses realizaram um exercício antiterrorista no Centro Comercial de Trafford em Manchester, não muito longe do Manchester Arena onde ocorreu o real atentado suicida da passada segunda-feira (22 de Maio de 2017).




Observe: Momento dramático em que o falso bombista suicida se fez explodir no exercício antiterrorista no Centro [Comercial] Trafford.

Voluntários no shopping gritaram e correram para se abrigarem durante o assustador exercício para ajudar a polícia a saber lidar com um ataque vida real.



Num dramático exercício de treino antiterrorismo um "bombista-suicida" detonou um dispositivo no Centro Trafford - matando e ferindo dezenas de "clientes".

Cerca de 800 voluntários ajudaram a fazer o ataque simulado tão real quanto possível para testar como os serviços de emergência reagiriam no caso de um ataque real.

O exercício começou à meia-noite na entrada da zona de restauração Oriente, quando um homem vestido de preto entrou e gritou para a multidão.

Momentos depois, uma explosão abalou a zona de restauração e os voluntários - usando protectores de ouvidos e óculos de segurança - caíram no chão.

Muitos mascararam-se para parecer como se tivessem lesões horríveis e outros gritaram como se estivessem com dores.

O fumo encheu a entrada para da zona de restauração e alguns dos voluntários fugiram dos restaurantes, como se estivessem a tentar fugir para um lugar seguro.



O M.E.N. [Manchester Evening News] foi uma das poucas organizações mediáticas a quem foi permitido estar no Centro Trafford para observar a operação de contra-terrorismo, apelidado de Exercício Winchester Accord.

Ouviu-se o som de tiros disparados da zona de restauração, enquanto os voluntários gritavam por ajuda.

Observe: Polícia armada responde ao "ataque"


Momentos depois um pistoleiro mascarado apareceu junto dos degraus da entrada do Oriente, disparando uma série de tiros.

Anteriormente, os voluntários tinham tido um briefing de segurança e foram tranquilizados de que não seriam usadas balas reais.

Depois de observar o "ataque" inicial, os meios de comunicação foram convidados a sair para testemunhar a chegada, cerca de cinco minutos depois, da polícia armada.






Dois polícias armados – trazendo o que pareciam ser espingardas - moveram-se cautelosamente para a entrada, com as armas apontando para a frente.

Um deles cobria o outro enquanto os dois entravam na zona de restauração, ignorando os "feridos" ao passar por eles.

Foi nessa altura que os meios de comunicação foram convidados a sair embora o exercício do Trafford Center ainda fosse continuar até às 6:00 horas.

O centro comercial estará aberto como de costume na terça-feira, embora o exercício antiterrorista vá continuar despercebido em locais não divulgados até à quarta-feira, quando terminará em Merseyside.

O teste, planeado há cinco meses, é o mais recente de uma série que ocorreu em todo o país tendo em conta as hipóteses de um verdadeiro ataque terrorista ser considerado "provável".





A Polícia da grande Manchester, a Unidade de Contra-Terrorismo do Noroeste e o Serviço de Ambulâncias do Noroeste estavam a ser testados como parte do exercício, sem que ninguém dissesse exactamente como o "ataque" se desenrolaria.

O Manchester Evening News soube que as SAS [forças especiais das forças armadas do Reino Unido] também estiveram envolvidas na operação.

Os moradores que viviam nas proximidades tinham sido avisados de que podiam ouvir explosões ruidosas e ver equipas de emergência a participar no teste.

Após os ataques mortais em Paris e Bruxelas, a ameaça terrorista continua "grave" de acordo com o MI5 [serviço britânico de informações de segurança interna e contra-espionagem].





Contudo, a polícia de combate ao terrorismo diz que não existe uma ameaça específica contra o Trafford Center, que este foi escolhido porque ali o exercício podia ter lugar longe do público e àquela hora da noite.

Operações semelhantes ocorreram em todo o país, incluindo uma envolvendo 1.000 polícias em Londres no ano passado.

Nenhum dos serviços de emergência que participam no exercício nem os voluntários foram informados de detalhes precisos do cenário que se desenrolará, embora saibam que envolverá algum tipo de ataque terrorista.


domingo, maio 21, 2017

Nobel de Economia Paul Krugman: "O capital está a concentrar-se em cada vez menos pessoas, dando aos mais ricos um poder cada vez maior sobre os políticos, os governos e a sociedade."

Entrevista com o economista norte-americano Paul Krugman, vencedor do Nobel de Economia de 2008, onde este fala do livro «O capital no século XXI» de Thomas Piketty:

O capital está a concentrar-se em cada vez menos pessoas, dando aos mais ricos um poder cada vez maior sobre os políticos, os governos e a sociedade.

Este capitalismo tem consequências potencialmente terríveis para a democracia, porque o nível de desigualdade nos Estados Unidos é provavelmente maior do que em qualquer outra sociedade, em qualquer altura do passado, em qualquer lugar do mundo…

Durante três décadas, entre 1977 e 2007, 60% do rendimento nacional dos EUA foi para 1% dos americanos mais ricos. A América está a tornar-se numa oligarquia.

A riqueza está tão concentrada que um grande segmento da sociedade não tem virtualmente consciência da sua existência.

O tamanho absoluto dessas grandes fortunas está tão longe da nossa experiência normal que se torna invisível. Nunca vamos conhecer essas pessoas. Nunca vamos ter nenhuma percepção daquilo que elas controlam e a maior parte das pessoas não têm ideia nenhuma sobre a distância que as separa desses grandes poderes.




https://youtu.be/QzQYA9Qjsi0