segunda-feira, agosto 22, 2016

O Mito do «Povo-Raça» judeu


Dr. Alfred M. Lilienthal

Dr. Alfred M. Lilienthal, historiador, jornalista e professor, é um doutorado da Universidade de Cornell e Columbia Law School. Durante a Segunda Guerra Mundial, serviu no exército dos Estados Unidos no Médio Oriente. Serviu mais tarde no Departamento de Estado, e como consultor para a delegação americana na reunião de Organização das Nações Unidas em San Francisco.

Desde 1947, o Dr. Lilienthal tem estado na vanguarda da luta por uma política equilibrada dos EUA no Oriente Médio. Ele é autor de diversos aplaudidos livros sobre o Médio Oriente, incluindo «The Zionist Connection» [A Ligação Sionista]. Em 18 de Dezembro de 1993 Dr. Lilienthal celebrou tanto seu 80º aniversário e do 40º aniversário de seu primeiro livro, «What Price Israel?» [A que Preço, Israel?].

O trecho seguinte é retirado deste seu primeiro livro, «What Price Israel?»




Tradução minha

Hoje, investigar a ascendência de alguém até à antiga Palestina é uma impossibilidade genealógica; e presumir, axiomaticamente, uma tal descendência para os judeus entre todos os grupos humanos, é um pressuposto de significado puramente ficcional. Quase toda a gente no mundo ocidental poderia demarcar alguma reivindicação de ascendência palestiniana se os registos genealógicos pudessem ser estabelecidos durante dois mil anos. E há, de facto, pessoas que, num extraordinário esforço de imaginação, fazem orgulhosamente essa afirmação: algumas das mais antigas das famílias aristocráticas do Sul tentam comparar qual linhagem vai mais atrás de volta a 'Israel'. Ninguém sabe o que aconteceu às Dez Tribos Perdidas de "Israel", mas especular sobre quem poderiam ter sido os seus ancestrais (daquele tempo] é um passatempo favorito anglo-saxónico, e a Rainha Vitória pertencia a uma sociedade "Israelita" que rastreava a ascendência de seus membros até essas tribos perdidas.

Doze tribos surgiram em Canaã há cerca de trinta e cinco séculos atrás; e não apenas dez delas desapareceram – como mais de metade dos membros das restantes duas tribos nunca mais voltou de seu "exílio" na Babilónia. Como pode, então, alguém reivindicar que descende directamente dessa comunidade relativamente pequena que habitava a Terra Santa no momento do Pacto de Abraão com Deus?

As Doze Tribos Perdidas de "Israel"

O mito racial judeu nasce a partir do facto de que as palavras hebraicas, "israelita", judeu, judaísmo e o povo judeu têm sido usados de forma sinónima para sugerir uma continuidade histórica. Mas este é um uso indevido. Estas palavras referem-se a diferentes grupos de pessoas com diferentes modos de vida em diferentes períodos da história. Hebreu é um termo aplicado correctamente ao período que vai desde o início da história bíblica até à fixação em Canaã. "Israelita" refere-se correctamente aos membros das doze tribos de 'Israel'. O nome "Yehudi" ou judeu é usada no Antigo Testamento para designar os membros da tribo de Judá, descendentes do quarto filho de Jacob, assim como para designar cidadãos do Reino de Judá, particularmente na época de Jeremias e sob a ocupação Persa. Séculos mais tarde, a mesma palavra veio a ser aplicada a qualquer um, não importa de que origem, cuja religião fosse o Judaísmo.

O nome descritivo Judaísmo nunca foi ouvido pelos hebreus ou pelos "israelitas"; o Judaísmo só aparece com o Cristianismo. Flavius Josephus foi um dos primeiros a usar o nome no seu recital da guerra com os romanos para englobar uma totalidade de crenças, preceitos morais, práticas religiosas e instituições cerimoniais da Galileia que ele acreditava superiores ao seu rival Helenismo. Quando a palavra Judaísmo nasceu, já não existia nenhum estado “Hebreu-Israelita". As pessoas que abraçaram o credo do judaísmo já eram misturas de muitas raças e estirpes; e esta diversificação crescia rapidamente...

Talvez a conversão em massa mais significativa para a fé judaica tenha ocorrido na Europa, no século 8º DC, e que a história dos Khazares (pessoas Turco-finlandesas) tenha sido bastante importante para o estabelecimento do moderno Estado de "Israel". Este povo parcialmente nómada, provavelmente relacionado com os búlgaros do Volga, apareceu pela primeira vez na Trans-Caucasia, no século II. Estabeleceram-se no que hoje é o sul da Rússia, entre o Volga e o Don, e depois espalharam-se para as margens dos mares Negro, Cáspio e de Azov. O Reino de Khazaria, governado por um khagan ou khakan foi conquistado por Átila, o Huno, em 448, e depois pelos muçulmanos em 737. Entretante, os khazares governaram parte dos búlgaros, conquistaram a Crimeia, e estenderam o seu reino sobre o Cáucaso e mais longe para noroeste para incluir Kiev, e para o leste para Derbend. Homenagens anuais eram prestadas aos eslavos russos de Kiev. A cidade de Kiev foi provavelmente construída pelos khazares. Havia judeus na cidade e na área circundante, antes do Império Russo ter sido fundado pelos Varangians a quem os guerreiros escandinavos chamavam às vezes de Russ ou Ross [Russos] (cerca de 855-863).

A influência dos khazares estendeu-se ao que é hoje a Hungria e a Roménia. Hoje, as aldeias de Kozarvar e Kozard na Transilvânia dão testemunho da penetração dos khazares, que, com os magiares, deram origem à actual Hungria. O tamanho e poder do Reino da Khazaria é indicado pelo facto de ter enviado um exército de 40.000 soldados (em 626-627) para ajudar Heraclius de Bizâncio a conquistar os Persas. A Enciclopédia Judaica refere-se orgulhosamente à Khazaria como tendo tido "um governo bem constituído e tolerante, um comércio florescente e um exército bem disciplinado."

Khazaria

Os Judeus que foram banidos de Constantinopla pelo governante Bizantino, Leo III, encontraram um lar entre estes, até então, pagãos khazares e, em concorrência com os Maometanos e os missionários Cristãos, conquistaram-nos para a fé judaica. Bulan, o governante de Khazaria, converteu-se ao judaísmo em torno de 740 d.C. Um pouco mais tarde, os seus nobres e o seu povo seguiu-lhe o exemplo.

Sob o governo de Obadiah, o judaísmo ganhou ainda mais força em Khazaria. Sinagogas e escolas foram construídas para dar instrução sobre a Bíblia e o Talmude. Como o Professor Graetz observou na sua "História dos Judeus", um sucessor de Bulan que tinha o nome hebreu de Obadiah foi o primeiro a fazer esforços sérios para promover a religião judaica. Ele convidou sábios judeus a estabelecem-se nos seus domínios, recompensou-os ricamente... e introduziu um serviço divino modelado nas comunidades antigas.

Depois de Obadiah veio uma longa série de Chagans judeus (khagans), pois de acordo com uma lei fundamental do estado apenas os governantes judeus foram autorizados a ascender ao trono". Mercadores khazares não trouxeram apenas seda e tapetes da Pérsia e do Oriente Próximo, mas também a sua fé judaica às margens do Vístula e do Volga. Mas o Reino da Khazaria foi invadido pelos russos, e Itil, a sua grande capital, caiu nas mãos de Sviatoslav de Kiev em 969. Os bizantinos tinham começado a ter medo e inveja dos khazares e, numa expedição conjunta com os russos, conquistaram a parte da Crimeia de Khazaria em 1016. (A Crimeia era conhecido como "Chazar" até o século 13). Os judeus khazarianos foram dispersos por todo o território que constitui hoje a Rússia e Europa Oriental. Alguns foram levados para Norte onde se juntaram à comunidade judaica estabelecida em Kiev. Outros voltaram ao Cáucaso. Muitos khazares voltaram a casar-se novamente na Crimeia e na Hungria. Os Cagh Chafut, ou "judeus de montanha," no Cáucaso, e os judeus hebraile de Geórgia são seus descendentes. Estes " judeus ashkenazim" (como os judeus da Europa Oriental são chamados), cujo número foi aumentado pelos judeus que fugiram da Alemanha no tempo das Cruzadas e durante a Peste Negra, têm pouco ou nenhum traço de sangue Semita.

Que os khazares são os ancestrais lineares de judeus da Europa Oriental é um facto histórico. Historiadores judeus e livros de texto religiosos reconhecem o facto, embora os propagandistas do nacionalismo judaico o depreciem como propaganda pró-árabe. Ironicamente, o Volume IV da Enciclopédia Judaica - porque esta publicação soletra khazares com um "C" em vez de um "K" - é intitulado "Chazars com Dreyfus": e foi o julgamento de Dreyfus, tal como interpretado por Theodor Herzl, que fez com que os modernos judeus khazares da Rússia tenha esquecido a sua descendência de convertidos ao Judaísmo e aceite o anti-semitismo como prova de sua origem palestiniana.

Judeus Khazars (foto de 1876)

Porque, no fim de contas, os antropólogos não têm hipótese de saber se a ascendência de Hitler se encontra numa das longínquas Dez Tribos Perdidas de "Israel"; ou se Weizmann (um dos fundadores do sionismo) pode ser um descendente dos khazares, os convertidos ao Judaísmo que não estavam em nenhum aspecto antropológico relacionados com a Palestina. A "casa" à qual Weizmann, Silver e tantos outros sionistas Ashkenazy tanto fizeram para regressar, provavelmente nunca foi a deles. "Eis um paradoxo, um paradoxo muito engenhoso": em termos antropológicos, muitos cristãos podem ter muito mais sangue hebraico-"israelita" nas suas veias do que a maioria de seus vizinhos judeus.

A Raça pode pregar partidas às pessoas que fazem desse conceito a base para as suas amizades e ódios. As pessoas obcecadas com a raça podem encontrar-se odiando pessoas que, de facto, poderão muito bem ser os seus próprios companheiros e parentes raciais.

quarta-feira, agosto 03, 2016

O porquê da desconfiança e a hostilidade contra os judeus


Bernard Lazare - anarquista judeu

Frase de Bernard Lazare (anarquista judeu) no seu livro: Antisémitisme, son histoire et ses causes, Paris 1934, Tomo I, pág.32 - (Antisemitismo, sua história e suas causas).

"Se a desconfiança e a hostilidade contra os judeus tivesse surgido somente num único país e só numa determinada época, seria fácil identificar as razões dessa aversão. Mas, ao contrário, essa raça é, desde há muito tempo, antipatizada pelos habitantes de todas as terras e nações no seio das quais se estabeleceu. Como os inimigos dos judeus existiram entre os mais diversos povos, os quais habitavam regiões distantes entre si e eram regidos até por leis determinadas por princípios opostos e se não tinham os mesmos costumes, e eram distintos no espírito de suas culturas, então as causas do anti-semitismo devem ser procuradas entre os próprios judeus, e não entre os seus antagonistas."



109 Locais donde os judeus foram expulsos desde 250 DC:

ANO . . . . . . . . . . . . . . . . . . LUGAR

250 -- - - - - - - - - - - - - - - - Cartago

415 -- - - - - - - - - - - - - - - - Alexandria

554 -- - - - - - - - - - - - - - - - Diocese de Clermont (França)

561 -- - - - - - - - - - - - - - - - Diocese de Uzès (França)

612 -- - - - - - - - - - - - - - - - Espanha Visigótica

642 -- - - - - - - - - - - - - - - - Império Visigodo

855 -- - - - - - - - - - - - - - - - Itália

876 -- - - - - - - - - - - - - - - - Sens (França)

1012 -- - - - - - - - - - - - - - - - Mainz (Alemanha)

1182 -- - - - - - - - - - - - - - - - França

1182 -- - - - - - - - - - - - - - - - Alemanha

1276 -- - - - - - - - - - - - - - - - Alta Baviera (Alemanha)

1290 -- - - - - - - - - - - - - - - - Inglaterra

1306 -- - - - - - - - - - - - - - - - França

1322 -- - - - - - - - - - - - - - - - França (novamente)

1348 -- - - - - - - - - - - - - - - - Suíça

1349 -- - - - - - - - - - - - - - - - Hielbronn (Alemanha)

1349 -- - - - - - - - - - - - - - - - Saxónia (Alemanha)

1349 -- - - - - - - - - - - - - - - - Hungria

1360 -- - - - - - - - - - - - - - - - Hungria

1370 -- - - - - - - - - - - - - - - - Bélgica

1380 -- - - - - - - - - - - - - - - - Eslováquia

1388 -- - - - - - - - - - - - - - - - Estrasburgo (Alemanha - França)

1394 -- - - - - - - - - - - - - - - - Alemanha

1394 -- - - - - - - - - - - - - - - - França

1420 -- - - - - - - - - - - - - - - - Lyon (França)

1421 -- - - - - - - - - - - - - - - - Áustria

1424 -- - - - - - - - - - - - - - - - Friburgo (Alemanha)

1424 -- - - - - - - - - - - - - - - - Zurique (Suíça)

1424 -- - - - - - - - - - - - - - - - Colónia (Alemanha)

1432 -- - - - - - - - - - - - - - - - Sabóia (França)

1438 -- - - - - - - - - - - - - - - - Mainz (Alemanha)

1439 -- - - - - - - - - - - - - - - - Augsburgo (Alemanha)

1442 -- - - - - - - - - - - - - - - - Holanda

1444 -- - - - - - - - - - - - - - - - Holanda

1446 -- - - - - - - - - - - - - - - - Baviera (Alemanha)

1453 -- - - - - - - - - - - - - - - - França

1453 -- - - - - - - - - - - - - - - - Breslau (Polónia)

1454 -- - - - - - - - - - - - - - - - Wurzburg (Alemanha)

1462 -- - - - - - - - - - - - - - - - Mainz (Alemanha)

1483 -- - - - - - - - - - - - - - - - Mainz (Alemanha)

1484 -- - - - - - - - - - - - - - - - Varsóvia

1485 -- - - - - - - - - - - - - - - - Vicenza (Itália)

1492 -- - - - - - - - - - - - - - - - Espanha

1492 -- - - - - - - - - - - - - - - - Itália

1495 -- - - - - - - - - - - - - - - - Lituânia

1496 -- - - - - - - - - - - - - - - - Nápoles

1496 -- - - - - - - - - - - - - - - - Portugal

1498 -- - - - - - - - - - - - - - - - Nuremberga (Alemanha)

1498 -- - - - - - - - - - - - - - - - Navarra (Espanha)

1510 -- - - - - - - - - - - - - - - - Brandenberg (Áustria)

1510 -- - - - - - - - - - - - - - - - Prússia

1514 -- - - - - - - - - - - - - - - - Estrasburgo (França)

1515 -- - - - - - - - - - - - - - - - Génova

1519 -- - - - - - - - - - - - - - - - Ratisbona (Alemanha)

1533 -- - - - - - - - - - - - - - - - Nápoles

1541 -- - - - - - - - - - - - - - - - Nápoles

1542 -- - - - - - - - - - - - - - - - Praga e Boémia (República Checa)

1550 -- - - - - - - - - - - - - - - - Génova

1551 -- - - - - - - - - - - - - - - - Baviera

1555 -- - - - - - - - - - - - - - - - Pesaro (Itália)

1557 -- - - - - - - - - - - - - - - - Praga (República Checa)

1559 -- - - - - - - - - - - - - - - - Áustria

1561 -- - - - - - - - - - - - - - - - Praga (República Checa)

1567 -- - - - - - - - - - - - - - - - Wurtzburgo (Alemanha)

1569 -- - - - - - - - - - - - - - - - Estados Papais (Itália)

1571 -- - - - - - - - - - - - - - - - Bradenburgo (Alemanha)

1582 -- - - - - - - - - - - - - - - - Holanda

1582 -- - - - - - - - - - - - - - - - Hungria

1593 -- - - - - - - - - - - - - - - - Bradenburgo, Áustria

1597 -- - - - - - - - - - - - - - - - Cremona, Pavia e Lodi (Itália)

1614 -- - - - - - - - - - - - - - - - Frankfort

1615 -- - - - - - - - - - - - - - - - Worms

1619 -- - - - - - - - - - - - - - - - Kiev

1648 -- - - - - - - - - - - - - - - - Ukraine

1648 -- - - - - - - - - - - - - - - - Poland

1649 -- - - - - - - - - - - - - - - - Hamburg

1654 -- - - - - - - - - - - - - - - - Little Russia (Beylorus)

1656 -- - - - - - - - - - - - - - - - Lithuania

1669 -- - - - - - - - - - - - - - - - Oran (North Africa)

1669 -- - - - - - - - - - - - - - - - Vienna

1670 -- - - - - - - - - - - - - - - - Vienna

1712 -- - - - - - - - - - - - - - - - Sandomir

1727 -- - - - - - - - - - - - - - - - Russia

1738 -- - - - - - - - - - - - - - - - Wurtemburg

1740 -- - - - - - - - - - - - - - - - Little Russia (Beylorus)

1744 -- - - - - - - - - - - - - - - - Prague, Bohemia

1744 -- - - - - - - - - - - - - - - - Slovakia

1744 -- - - - - - - - - - - - - - - - Livonia

1745 -- - - - - - - - - - - - - - - - Moravia

1753 -- - - - - - - - - - - - - - - - Kovad (Lithuania)

1761 -- - - - - - - - - - - - - - - - Bordeaux

1772 -- - - - - - - - - - - - - - - - Deported to the Pale of Settlement (Poland/Russia)

1775 -- - - - - - - - - - - - - - - - Warsaw

1789 -- - - - - - - - - - - - - - - - Alsace

1804 -- - - - - - - - - - - - - - - - Villages in Russia

1808 -- - - - - - - - - - - - - - - - Villages; Countrysides (Russia)

1815 -- - - - - - - - - - - - - - - - Lbeck; Bremen

1815 -- - - - - - - - - - - - - - - - Franconia, Swabia; Bavaria

1820 -- - - - - - - - - - - - - - - - Bremen

1843 -- - - - - - - - - - - - - - - - Russian Border Austria & Prussia

1862 -- - - - - - - - - - - - - - - - Areas in the U.S. under General Grant's Jurisdiction[1]

1866 -- - - - - - - - - - - - - - - - Galatz, Romania

1880s - - - - - - - - - - - - - - - - Russia

1891 -- - - - - - - - - - - - - - - - Moscow

1919 -- - - - - - - - - - - - - - - - Bavaria (foreign born Jews)

1938-45 - - - - - - - - - - - - - - Nazi Controlled Areas

1948 -- - - - - - - - - - - - - - - - Arab Countries

terça-feira, julho 19, 2016

A Grande Farsa do Aquecimento Global


O documentário The Great Global Warming Swindle [A Grande Farsa do Aquecimento Global ] foi produzido para o Channel 4 britânico (a quarta maior emissora de televisão do Reino Unido) e foi emitido em 8 de Março de 2007.

«The documentary - The Great Global Warming Swindle - was produced for the British Channel 4 (the fourth largest UK television station) and was broadcast on 8 March 2007».







O Documentário - A Grande Farsa do Aquecimento Global

O documentário traz a lume os argumentos de vários conceituados cientistas que discordam do "consenso" sobre o dióxido de carbono libertado pela actividade humana ser causa da elevação das temperaturas globais.

O documentário argumenta que o aumento da quantidade de dióxido de carbono na atmosfera não tem nenhuma relação com as mudanças do clima. Além disso, a visão simplista actual de reduzir as emissões de carbono pode ter consequências dramáticas para o desenvolvimento do terceiro mundo, prolongando a pobreza e doenças endémicas.

Pesquisas apresentadas no documentário mostram aparentemente que a actividade solar e a radiação cósmica explicam as flutuações nas temperaturas globais com muito maior precisão do que a teoria do dióxido de carbono.

Na história da Terra, quando se verificam aumentos na actividade solar, a formação de nuvens na terra diminui significativamente e ocorre elevação da temperatura. A atividade solar está indubitavelmente correlacionada com a temperatura na Terra.


Os Argumentos

Os 4,5 mil milhões de anos de história da terra são uma longa história de mudanças climáticas intervalando glaciações e períodos interglaciais, entre as quais as variações da temperatura média da Terra podem variar entre cerca de 12º Celsius. Há 12.000 anos que vivemos num período interglacial (este último interglacial é chamado Holoceno). Este facto é unanimemente aceite, tanto por aqueles que acreditam que o aquecimento global é um processo natural, como por aqueles que acreditam que é causado pelo homem.

Entre 7.000 e 4.000 anos atrás, houve o Óptimo Climático do Holoceno, em que a temperatura (média global) chegou a atingir valores superiores a 2º C em relação à actual.

Depois disso, existiu o período Óptimo Climático Medieval entre os anos 800 e 1300 DC. Durante o Óptimo Climático Medieval o cultivo da uva e a produção de vinho cresceu, tanto no norte da Europa como no sul da Grã-Bretanha. Os vikings aproveitaram o degelo nos mares para colonizar a Groenlândia e outras terras periféricas do norte do Canadá.

Na história mais recente, houve uma Pequena Idade do Gelo, um período de arrefecimento que principiou no século XVI e terminou na primeira metade do século XIX. Durante esta Pequena Idade do Gelo o rio Tamisa congelava tão solidamente que várias atividades podiam ser realizadas regularmente sobre o gelo do rio.

Uma análise detalhada nas recentes mudanças climáticas revela que as temperaturas se elevaram antes de 1940, mas caíram inesperadamente durante o crescimento económico do pós-guerra 1945 - 1975, quando as emissões do dióxido de carbono (pelo homem) subiram dramaticamente.


Quem aparece no documentário:

Prof. Tim Ball - Departamento de Climatologia - Universidade de Winnipeg

Prof. Nir Shaviv - Instituto de Física - Universidade de Jerusalém

Lord Lawson of Blady - Ex-Chanceler do Tesouro do Governo Britânico

Prof. Ian Clark - Departamento de Ciências da Terra - Universidade de Otava

Dr. Piers Corbyn - Físico Solar, previsor do clima, Weather Action

Prof. John Christy - Departamento de Ciências Atmosféricas - Universidade de Alabama em Huntsville

Prof. Philip Stott - Departamento de Biogeografia - Universidade de Londres

Prof. Paul Reiter - Instituto Pasteur, Paris

Prof. Richard Lindzen - Departamento de Meteorologia - Instituto de Tecnologia de Massachusetts, MIT

Patrick Moore - Co-fundador do Greenpeace

Dr. Roy Spencer - Líder de Equipe de Satélites Meteorológicos da NASA

Prof. Patrick Michaels - Departamento de Ciências Ambientais - Universidade de Virginia

Nigel Calder - Ex-Editor da revista New Scientist - Co-Autor do livro "The Chilling Stars"

James Shikwati - Economista e Autor

Prof. Syun-Ichi Akasofu - Diretor do Centro Internacional de Pesquisas do Ártico, IARC

Prof. Frederick Singer - Ex-Diretor do Serviço Meteorológico Norte-Americano

Prof. Carl Wunsch - Departamento de Oceanografia - Instituto de Tecnologia de Massachusetts, MIT

Prof. Eigil Friis-Christensen - Diretor do Centro Espacial da Dinamarca

Paul Driessen - Autor do livro "Green Power, Black Death"

sexta-feira, julho 15, 2016

Atentado Terrorista em Nice


Este vídeo de 24 segundos é supostamente o primeiro vídeo do atentado. Vê-se um camião branco a andar bastante devagar na marginal de Nice e depois a acelerar. Duas questões:

1 – Porque é que alguém estava a filmar o camião quando ele vinha tão devagar e quando ainda nada faria supor que se preparava para atropelar pessoas.

2 – Porque é que quando o camião começou a acelerar (e mesmo antes disso) se viram uma data de indivíduos a correr atrás dele?






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Daniele Ganser, professor de história contemporânea na universidade de Basileia e presidente da ASPO-Suíça, publicou um livro de referência sobre os "Exércitos secretos da NATO". Segundo Ganser, os Estados Unidos organizaram na Europa Ocidental durante 50 anos atentados que atribuíram mentirosamente à esquerda e à extrema esquerda para as desacreditar aos olhos dos eleitores. Esta estratégia continua hoje em dia para criar o temor do Islão, implementar legislação securitária e justificar as guerras do petróleo.

In «A estratégia da tensão - O terrorismo não reivindicado da NATO» de Silvia Cattori (Leia, a entrevista a Daniele Ganser feita pela jornalista.)




segunda-feira, julho 11, 2016

Os extraordinários benefícios que os Judeus obtiveram na Conferência de Paz de Paris, onde foi ratificado o Tratado de Versalhes no fim à Primeira Guerra Mundial


Conferência de Paz de Paris (1919)


Retirado do livro de Benton L. Bradberry - The Myth of German Villainy (O Mito da Vilania Alemã) - 2012

Tradução minha


A Primeira Guerra Mundial terminou a 11 de Novembro, 1918, após ter sido assinado um armistício baseado nos "Catorze Pontos" do Presidente Woodrow Wilson (EUA). Se a Conferência de Paz que se reuniu em Paris para estruturar o tratado de paz após a guerra tivesse mantido a sua promessa inicial e usado os "Catorze Pontos" de Woodrow Wilson como base para o tratado, tudo teria sido diferente, mas não foi o que aconteceu. A Conferência de Paz ignorou os "Catorze Pontos" de Woodrow Wilson - que teria garantido uma paz justa para todos os lados. Em vez disso, a Alemanha foi culpada pela guerra e, foi elaborado um duro tratado punitivo que acabou por ser tudo menos uma paz justa. Foi destrutivo e desmoralizante para o povo alemão. O tratado foi apresentado à Alemanha como um diktat que a Alemanha foi forçada a assinar sob coacção. O povo alemão ficou estupefacto quando soube do conteúdo do tratado. Ficou indignado e queria culpar alguém para por isso. A sua ira concentrou-se nos judeus.


Os aliados excluíram da Conferência de Paz as Potências Centrais derrotadas - Alemanha, Áustria-Hungria, Turquia e Bulgária. De acordo com os desejos franceses e britânicos, o Tratado de Versalhes submeteu a Alemanha a medidas punitivas rigorosas. O Tratado exigia que o novo Governo alemão entregasse aproximadamente 10 por cento do seu território de antes da guerra na Europa e todas as suas possessões ultramarinas. Colocaram a cidade do porto de Danzig (hoje Gdansk) e o Sarre (território alemão) rico em carvão sob a administração da Liga das Nações, o que permitiu à França explorar os recursos económicos do Sarre até 1935.

Limitaram a dimensão do exército e da marinha alemães, e permitiram o julgamento de Kaiser Guilherme II e uma série de outros funcionários de elevado escalão alemão como criminosos de guerra. Nos termos do artigo 231 do Tratado, os alemães aceitaram a responsabilidade pela guerra e a obrigação de pagar reparações financeiras aos Aliados. A Comissão Inter-Aliada determinou o montante e apresentou as suas conclusões em 1921. Determinaram um montante de 132 mil milhões de Reichmarks (marcos alemães) em ouro, ou 32 mil milhões de dólares americanos a mais do que o pagamento inicial de 5 mil milhões de dólares exigidos pelo Tratado. Nos Alemães cresceu o ressentimento pelas duras condições impostas pelo Tratado de Versalhes.


Desta forma surgiu a teoria da "facada nas costas" [da Alemanha] culpando os comunistas e os judeus pela derrota na guerra, assim como pelo duríssimo tratado de paz. Havia verdade suficiente nessas alegações para que fossem amplamente acreditadas. O Judaísmo internacional tomou, de facto, partido contra a Alemanha em troca da promessa de uma pátria judaica na Palestina, que só os britânicos estavam em condições de conceder. Os judeus também despejaram dinheiro no esforço de guerra britânico e francês e usaram a sua influência bancária internacional para cortar o financiamento à Alemanha. Além disso, muitos destes judeus eram judeus alemães que acabaram por minar o seu próprio país.


A extensão da influência judaica na Conferência de Paz de Paris após a Primeira Guerra Mundial não é muito bem conhecida ainda hoje, mas, o facto é que os judeus reuniram-se lá vindos de todo o globo. Vieram da Rússia, da Europa Oriental, da França, e em particular dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha.

Da Grã-Bretanha veio o Senhor Walter Rothschild, Lionel de Rothschilld, Chaim Weizmann, Lucien Wolfe, Moses Montefiore, Nachum Sokolove, Julius Kahn, o professor Sylvain Levi e M. Bigar, entre outros.

Os judeus Walter Rothschild, Lionel de Rothschilld, Chaim Weizmann e Julius Kahn

Dos Estados Unidos vieram o rabino Stephen Wise, Felix Frankfurter, Oscar Strauss, Louis Brandeis do Supremo Tribunal de Justiça, Walter Lippman, o historiador Simon Dubnow, Harry Friedenwald, Jacob de Haas, Mary Fels, Louis Robison, Bernard Flexner, e o Juiz Julian Mack de Filadélfia, entre outros. Outros dez judeus vieram como membros do Congresso Judaico Americano, formado em 1918 especificamente para a Conferência de Paz de Paris.

Os judeus Stephen Wise, Felix Frankfurter, Oscar Strauss e Louis Brandeis

De França veio um grupo de judeus representando a Alliance Israelite Universelle, uma organização judaica internacional baseada Paris, fundada em 1860 para proteger os direitos humanos dos judeus de todo o mundo.

Representando os interesses bancários americanos estavam o banqueiro judeu Paul Warburg, presidente da Reserva Federal. O seu irmão Max Warburg, chefe da firma bancária alemã Warburg and Company, estava lá, juntamente com outros judeus alemães, como representante dos interesses bancários alemães (mas não representando a Alemanha, em si mesma, mas apenas os interesses bancários judeus da Alemanha). Estes grupos foram acompanhados por um grande número de judeus da Rússia bolchevique, Polónia e Ucrânia. Embora aparentemente representando vários países diferentes, todos os delegados judeus se reuniram como um único grupo, em primeiro lugar e sobretudo para garantir os interesses do Judaísmo Internacional. Os interesses dos diferentes países que representavam eram apenas secundários, e de uma prioridade muito menor, se foram sequer considerados.

(À esquerda) representando os interesses bancários judeus na América esteve o banqueiro judeu Paul Warburg, presidente da Reserva Federal. (À direita) o seu irmão Max Warburg, representando os interesses bancários judeus da Alemanha

Surpreendentemente, cada um dos líderes Aliados nas conversações de paz tinha um judeu como seu principal conselheiro. O Presidente Woodrow Wilson teve Bernard Baruch. Clemenceau da França teve Jeroboam Rothschild (também conhecido como Georges Mandel. O britânico David Lloyd George tinha Sir Phillip Sassoon. O representante da Itália nas conversações, o primeiro-ministro Vittorio Emanuele Orlando, era ele próprio meio judeu, e identificava-se como um judeu.

Em cima (da esquerda para a direita), o Presidente norte-americano Woodrow Wilson, o primeiro-ministro francês Georges Clemenceau, o primeiro-ministro britânico David Lloyd George e o o primeiro-ministro de Itália Vittorio Emanuele Orlando. Em baixo, os respectivos conselheiros judeus - Bernard Baruch, Jeroboam Rothschild (também conhecido como Georges Mandel) e Sir Phillip Sassoon.

Todos estes judeus estavam completamente envolvidos a todos os níveis nas inúmeras decisões que foram tomadas na Conferência, especialmente em relação aos seus próprios interesses.

Aos interesses judaicos foi dada uma prioridade inexplicavelmente elevada na redacção final do acordo de paz conhecido como o Tratado de Versalhes. Os judeus tinham uma série de interesses que elas perseguiram com determinação, mas foram especialmente determinados a ter os seguintes três requisitos incluídos no tratado final:

1 - A Liga das Nações como o primeiro passo em direcção a um governo mundial;

2 - O reconhecimento dos "direitos das minorias" judaicas na Europa Oriental e;

3 - A criação de um Mandato Britânico na Palestina árabe como o primeiro passo necessário em direcção a um eventual Estado judeu lá.

E os judeus obtiveram todos os três.

Parece notável que os interesses judaicos possam ter sido assim tão predominantes na conclusão de uma guerra em que os judeus não tinham participado como uma entidade corporativa em separado. E, no entanto, lá estavam eles, no final da guerra, tendo vindo de países de ambos os lados do conflito, participar plenamente na Conferência de Paz, e garantir para si uma grande parte dos despojos. O poder judaico nunca fora demonstrado tão abertamente. Eles conseguiram tudo o que tinham a intenção de obter.

Primeira Guerra Mundial - uma guerra em que os judeus não participaram como uma entidade corporativa mas onde garantiram para si grande parte dos despojos.


Os judeus impuseram no Tratado de Versalhes a criação da Liga das Nações como o primeiro passo em direcção a um governo mundial

quarta-feira, julho 06, 2016

Martin Schulz, Presidente do Parlamento Europeu: "Para mim, a nova Alemanha existe apenas para garantir a existência do Estado de Israel e do povo judeu"



Avraham "Avrum" Burg (nascido a 19 de janeiro de 1955) é um escritor israelita, político e empresário: foi um membro do Knesset (Parlamento de Israel), presidente da Agência Judaica para Israel, Presidente do Knesset, e presidente interino de Israel. Ele foi o primeiro Presidente do Knesset a ter nascido em território israelita após a independência em 1948.


Avraham Burg (colaborador do Haaretz) - 14/02/2014: [...] And fourth, Martin Schulz, the president of the European Parliament, is a close friend of mine. On most issues connected to the Israeli-Palestinian conflict we disagree. He is closer to the Israeli mainstream, and his positions resemble those of Labor Party chairman Isaac Herzog. He once told me, during a frank and stern conversation, "For me, the new Germany exists only in order to ensure the existence of the State of Israel and the Jewish people." He’s a brilliant intellectual and a thoughtful politician, and we don’t need to worry – he won’t give up his existential friendship so easily. And certainly not because of Bennett or his colleague Orit Strock, the party whip. [...]


(E em quarto lugar, Martin Schulz, presidente do Parlamento Europeu, é um grande amigo meu. Na maioria das questões ligadas ao conflito israelo-palestiniao discordamos. Ele está mais próximo da corrente principal israelita, e as suas posições assemelham-se aos de presidente do Partido Trabalhista Isaac Herzog. Ele [Martin Schulz ] disse-me uma vez, durante uma conversa franca e séria, "Para mim, a nova Alemanha existe apenas para garantir a existência do Estado de Israel e do povo judeu." Ele é um brilhante intelectual e político profundo, e nós não precisamos de nos preocupar - ele não vai desistir de sua amizade existencial tão facilmente. E, certamente, não será por causa de Bennett ou do seu colega Orit Strock, o disciplinador do partido.)



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Mas a nova Alemanha que, para Martin Schulz, existe apenas para garantir a existência do Estado de Israel e do povo judeu, viu a luz do dia em 1945 (há 71 anos):




Excerto da entrevista de Nahum Goldmann ao jornal «Le Nouvel Observateur», de 25 de Outubro de 1976:

"Without the German reparations, which began to arrive during the first ten years of existence as a state, Israel would not have half of its present infrastructure: every train in Israel is German, the ships are German, as well as the electricity, a large part of the industry … without mentioning the individual pensions paid to the survivors… Today [1976], Israel still receives each year hundreds of millions of dollars in German currency."

«Sem as indemnizações alemãs, que começaram a chegar durante os primeiros dez anos da existência como Estado, Israel não teria metade da sua infra-estrutura actual: todos os comboios de Israel são alemães, os barcos são alemães, assim com a electricidade, uma grande parte da indústria... já sem falar das pensões individuais destinadas aos sobreviventes. Hoje [1976], Israel recebe ainda, anualmente, centenas de milhões de dólares em moeda alemã».



domingo, julho 03, 2016

O judeu Ovadia Yosef, uma das mais importantes autoridades judaicas de Israel, afirmou: «Os não-Judeus nasceram apenas para nos servir. Sem essa função, não têm lugar no mundo – apenas para servir o Povo de Israel»


O líder espiritual do partido israelita Shas - Ovadia Yosef (2010)


Ovadia Yosef (September 23, 1920 – October 7, 2013) was a Talmudic scholar, an authority on Jewish religious law (halakha), and the longtime spiritual leader of Israel's ultra-orthodox Shas party. Born in Iraq, he was the Sephardi Chief Rabbi of Israel from 1973 to 1983. Yosef's responsa (religious law rulings) were highly regarded within Haredi circles, particularly among Mizrahi communities, among whom he was regarded as "the most important living halakhic authority."

(Ovadia Yosef (23 de Setembro de 1920 — 7 de Outubro de 2013) foi um académico talmúdico, uma autoridade da lei judaica (halakha) e durante muito tempo o líder espiritual do partido israelita ultra-ortodoxo Shas. Nascido no Iraque, foi o Rabino Chefe Sefardita de Israel de 1973 a 1983. A "responsa" (regras das leis religiosas) de Yosef era altamente considerada nos círculos Haredi (judaísmo ortodoxo), particularmente entre as comunidades Mizrahi (comunidade judaicas oriundas do leste), nas quais era considerado a "mais importante autoridade kahakhic viva".)




Jornal israelita Haaretz - Artigo de 20 de Outubro de 2010


In a sermon given on Saturday on laws concerning what non-Jews are permitted to do on Shabbat, Yosef said: "Goyim [non-Jews] were born only to serve us. Without that, they have no place in the world – only to serve the People of Israel."

(Num sermão dado no Sábado sobre leis acerca dos que os não-Judeus [gentios] podem fazer no Shabbat [dia de descanso semanal no judaísmo – ao sábado], Yosef afirmou: "Os Goyim [não-Judeus] nasceram apenas para nos servir. Sem essa função, não têm lugar no mundo – apenas para servir o Povo de Israel.")



Yosef: "Why are gentiles needed? They will work, they will plow, they will reap. We will sit like an effendi and eat."

("Para que é que são necessários os gentios [não-Judeus]? Eles vão trabalhar, eles vão lavrar, eles vão fazer a colheita. E nós sentar-nos-emos como os Senhores e comemos.")



According to Yosef, death has "no dominion" over non-Jews in Israel.

(Segundo Yosef, a morte já não tem domínio sobre os não-Judeus [os gentios])



Yosef: "With gentiles, it will be like any person - they need to die, but [God] will give them longevity. Why? Imagine that one’s donkey would die, they’d lose their money. This is his servant... That’s why he gets a long life, to work well for this Jew.”

("Com os gentios [não-Judeus], será o mesmo que com qualquer outra pessoa – têm de morrer, mas [Deus] dar-lhes-á longevidade. Porquê? Imaginem que o burro de alguém morria, então essa pessoa perderia o seu dinheiro. O não-Judeu é o seu servo... É por isso que ele tem uma vida longa, para trabalhar bastante para o seu senhor Judeu.")


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O chefe da ADL (Anti-Defamation League - Liga Anti-Difamação), Abraham H. Foxman, considerou que as palavras de Ovadia Yosef eram de 'ódio' e 'divisionistas'.

O chefe da ADL (Anti-Defamation League - Liga Anti-Difamação), Abraham H. Foxman



Questão minha: Porque é que os judeus têm necessidade de uma Liga Anti-Difamação (ADL: Anti-Defamation League)? A Difamação consiste em atribuir a uma pessoa ou grupo de pessoas algum ou alguns factos determinados ofensivos à sua reputação e à sua honra. Porque é que haverá tanta gente a difamar os judeus de tal forma que estes se vêem obrigados a ter uma Liga Anti-Difamação? Haverá mais algum povo que tenha tal coisa? Haverá mais alguma comunidade que precise disso?

segunda-feira, junho 27, 2016

O judeu Benjamim Disraeli - o mundo é governado por personagens muito diferentes daquelas que são imaginadas por aqueles que desconhecem os bastidores do Poder


«O judeu Sidonia [Nathan Mayer Rothschild] estava pronto a emprestar dinheiro às nações. Mas onde é que ele o ia buscar, de forma a emprestá-lo? Foi buscá-lo às nações quando estas estavam ainda em guerra! Era o mesmo dinheiro; os financiadores da guerra e os financiadores da paz são os mesmos, e são os Judeus Internacionais, como o livro de Benjamin Disraeli para a glorificação dos judeus testemunha abundantemente. De facto, ele atesta na mesma página:

"Não é difícil conceber que, depois de ter seguido a carreira que anunciámos durante dez anos, Sidonia se tenha tornado num dos maiores personagens da Europa. Colocou um irmão, ou um parente próximo, em quem confiasse, na maior parte das capitais.Era dono e senhor do mercado financeiro do mundo, e claro, virtualmente dono e senhor de quase tudo o resto.


O antigo Primeiro-Ministro Britânico, o Judeu Benjamim Disraeli


Lord Beaconsfield, aliás Benjamim Disraeli
(1804 – 1881)


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Eça de Queirós – Cartas de Inglaterra (1881)

"A esta causa de popularidade [de Benjamim Disraeli] deve juntar-se outra – a reclame. Nunca, um estadista teve uma reclame igual, tão contínua, em tão vastas proporções, tão hábil. Os maiores jornais de Inglaterra, de Alemanha, de Áustria, mesmo de França, estão (ninguém o ignora) nas mãos dos israelitas. Ora, o mundo judaico nunca cessou de considerar Lord Beaconsfield como um judeu - apesar das gotas de água cristã que lhe tinham molhado a cabeça. Este incidente insignificante nunca impediu Lord Beaconsfield de celebrar nas suas obras, de impor pela sua personalidade a superioridade da raça judaica - e por outro lado nunca obstou a que o judaísmo europeu lhe prestasse absolutamente o tremendo apoio do seu ouro, da sua intriga e da sua publicidade. Em novo, é o dinheiro judeu que lhe paga as suas dívidas; depois é a influência judaica que lhe dá a sua primeira cadeira no Parlamento; é a ascendência judaica que consagra o êxito do seu primeiro Ministério; é enfim a imprensa nas mãos dos judeus, é o telégrafo nas mãos dos judeus, que constantemente o celebraram, o glorificaram como estadista, como orador, como escritor, como herói, como génio!"


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Henry Ford (1863 – 1947) foi o americano fundador da Ford Motor Campany e pai das modernas linhas de montagem e da produção em massa. O seu automóvel, Modelo T, revolucionou o transporte e a indústria americana. Ford foi um inventor prolífico e registou 161 patentes. Na qualidade de dono da Companhia Ford tornou-se um dos homens mais ricos e mais conhecidos do mundo.

Em 1918, Ford comprou um pouco conhecido semanário: «The Dearborn Independent». No princípio dos anos 20 este semanário publicou um conjunto de quatro volumes de artigos, cumulativamente intitulados «The International Jew» [O Judeu Internacional].

Segue-se um excerto do 37º artigo "Disraeli – O Primeiro-Ministro Britânico retrata os Judeus" do Jornal "The Dearborn Independent" de 18 de Dezembro de 1920:


[Tradução minha]






Disraeli - British Premier, Portrays the Jews

(Disraeli – O Primeiro-Ministro Britânico retrata os Judeus)




[...] Benjamin Disraeli, que foi conde de Beaconsfield e primeiro-ministro da Grã-Bretanha, era um judeu e tinha orgulho nisso. Escreveu muitos livros, nalguns dos quais dissertou acerca do seu povo numa tentativa de o apresentar sob uma perspectiva lisonjeira. O governo britânico não era na altura tão judeu como se tornou depois, e Disraeli foi uma das suas maiores figuras.

No seu livro, "Coningsby," há um personagem judeu chamado Sidonia, em cuja personalidade e através das suas palavras, Disraeli procurou descrever os judeus tal como ele gostaria que o mundo os visse.

Sidonia anuncia primeiro a sua raça ao jovem Coningsby dizendo, "Eu pertenço à fé que os apóstolos professavam antes de seguirem o seu Senhor," sendo esta a única vez em todo o livro onde a palavra "fé" é mencionada. Por quatro vezes, contudo, no breve prefácio da quinta edição, escrita em 1849, o termo "raça" é usado em referência aos judeus.

Na primeira conversa entre ambos, Sidonia revela-se como um grande amante do poder e fala agradavelmente dos homens poderosos da história, terminando desta maneira: "Aquaviva era líder dos jesuítas, mandava em cada ministério da Europa e colonizou a América antes de fazer trinta e sete anos. Que carreira!" exclamou o estrangeiro (Sidonia), levantando-se da sua cadeira e andando para trás e para diante na sala; "o poder secreto da Europa!"

O líder dos jesuítas - Rodolf Acquaviva


Fazendo um estudo do carácter do judeu Sidonia, o judeu Disraeli começa por se referir aos judeus como "Árabes que seguem a doutrina de Moisés." Se um escritor moderno fosse descrever os judeus desta forma, virtualmente como árabes seguidores de Moisés, seria denunciado como mais uma tentativa de "perseguição," mas Disraeli fê-lo diversas vezes, sendo o seu objectivo fornecer aos judeus o seu posicionamento original entre as nações. Ele refere-se novamente a eles como "Judeus Árabes." Ambos os termos podem ser encontrados na página 209.

Disraeli dá igualmente voz ao sentimento de que cada judeu tem de que quem quer que se oponha ao judeu está amaldiçoado. Este é um sentimento que também está profundamente entranhado nos cristãos, de que os judeus são o "povo escolhido" e que é perigoso opor-se-lhes no que quer que seja. "O medo dos judeus" é um sentimento muito real. É tão real entre os judeus como entre os não-judeus. O próprio judeu está ligado pelo medo ao seu povo, e exerce o medo da maldição através da esfera religiosa – "Eu amaldiçoarei os que te amaldiçoarem." Resta provar, contudo, se a oposição às tendências destrutivas das influências judaicas ao longo da vida é uma "maldição" dos judeus. Se os judeus fossem realmente o povo de Velho Testamento, se eles estivessem realmente cientes de uma "missão" para benefício de todas as nações, tudo aquilo que os ofende desapareceria automaticamente. Se o judeu está a ser "atacado," não é por ser judeu, mas porque é a origem e a aplicação de certas tendências e influências, as quais, se não forem controladas, significam a destruição de uma sociedade moral.


A perseguição aos judeus em Espanha

A perseguição ao judeu a que Disraeli se refere é a da Inquisição Espanhola, que se ficou por motivos religiosos. Investigando a família Sidonia através de um período conturbado da história europeia, o nosso autor judeu salienta:

"Durante os distúrbios da Guerra Peninsular *** o filho mais novo do ramo mais jovem desta família granjeou uma enorme fortuna com contratos militares e abastecendo os diferentes exércitos." (p. 212.) Certamente. É uma verdade inatacável, aplicável a qualquer período da Era Cristã, que "perseguidos" ou não, "as guerras têm sido o tempo das colheitas dos judeus." Foram os primeiros fornecedores militares. Se este jovem Sidonia ao fornecer "os diferentes exércitos" foi ao ponto de fornecer exércitos opostos, estaria simplesmente a seguir o método judeu tal como a história o regista.

"E na paz, presciente do grande futuro financeiro da Europa, confiante no seu próprio génio, nas suas perspectivas originais dos assuntos fiscais, e do seu conhecimento dos recursos naturais, este Sidonia *** resolveu emigrar para Inglaterra, país com o qual, ao longo dos anos, formou consideráveis parcerias comerciais. Ele chegou aqui depois da paz de Paris, com a sua grande fortuna. Apostou tudo o que pode no empréstimo de Waterloo; e este evento [a derrota de Napoleão] tornou-o num dos maiores capitalistas da Europa."

A Batalha de Waterloo


"Logo que se estabeleceu em Inglaterra começou a professar o judaísmo ***"

"Sidonia previu em Espanha que, depois da exaustão de uma guerra de vinte e cinco anos, a Europa precisava de capital para continuar em paz. Obteve a devida recompensa da sua sagacidade. A Europa precisava de dinheiro e Sidonia estava pronto para o emprestar à Europa. A França queria algum; a Áustria ainda mais; a Prússia um pouco; a Rússia alguns milhões. Sidonia podia abastecê-los a todos. O único país que ele evitou foi a Espanha ***" (p. 213.)

Aqui, [Disraeli] o primeiro-ministro da Grã-Bretanha, da riqueza das suas tradições como judeu e do alto da seu posto como primeiro-ministro, descreve o método do judeu na paz e na guerra, exactamente como outros o tentaram descrever. Apresentou o mesmo conjunto de factos como outros o fizeram, mas ele fá-lo aparentemente para a glorificação dos judeus, enquanto outros o fazem para permitir às pessoas ver o que se passa nos bastidores da guerra e da paz. Sidonia estava pronto a emprestar dinheiro às nações. Mas onde é que ele o ia buscar, de forma a emprestá-lo? Foi buscá-lo às nações quando estas estavam ainda em guerra! Era o mesmo dinheiro; os financiadores da guerra e os financiadores da paz são os mesmos, e são os Judeus Internacionais, como o livro de Benjamin Disraeli para a glorificação dos judeus testemunha abundantemente. De facto, ele atesta na mesma página:

"Não é difícil conceber que, depois de ter seguido a carreira que anunciámos durante dez anos, Sidonia se tenha tornado num dos maiores personagens da Europa. Colocou um irmão, ou um parente próximo, em quem confiasse, na maior parte das capitais. Era dono e senhor do mercado financeiro do mundo, e claro, virtualmente dono e senhor de quase tudo o resto."




Isto é o mais próximo possível de se ser o Judeu Internacional, mas os judeus orgulham-se da imagem. É apenas quando um escritor não-judeu sugere que talvez não seja bom para a sociedade que um grupo judaico seja "dono e senhor do mercado financeiro do mundo," e por consequência "dono e senhor de quase tudo o resto," que o clamor de "perseguição" assoma.

Estranhamente, é neste livro do primeiro-ministro britânico que vimos a ter conhecimento do facto de que os judeus infiltraram a ordem dos Jesuítas.

"O jovem Sidonia teve sorte com o tutor que o pai lhe arranjou, e que lhe devotou todos os recursos do seu desenvolvido intelecto e da sua vasta erudição. Um jesuíta antes da revolução; desde então um líder liberal; agora um membro das cortes espanholas; Rebello foi sempre um judeu. Rebello encontrou no seu aluno essa precocidade de desenvolvimento intelectual que é característico da organização árabe." (p. 214.)

Seguiu-se na carreira do jovem Sidonia uma aprendizagem intelectual do mundo. Viajou por todo o lado, ouviu os segredos de tudo, e regressou com o mundo no bolso, como se costuma dizer – um homem sem ilusões de qualquer espécie.

"Não havia um aventureiro na Europa que não lhe fosse familiar. Nenhum ministro de estado tinha tais comunicações com agentes secretos e espiões políticos como Sidonia. Mantinha relações com os mais espertos párias do mundo. O catálogo dos seus conhecidos na forma de gregos, arménios, mouros, judeus secretos, tártaros, ciganos, polacos vagabundos e carbonários, lançaria uma luz curiosa sobre essas agências subterrâneas das quais o mundo em geral sabe tão pouco, mas que exercem uma tão grande influência nos acontecimentos públicos *** A história secreta do mundo era o seu passatempo. O seu maior prazer era contrastar o motivo oculto com o pretexto público, das transacções." (pp. 218-219.)

Aqui está o Judeu Internacional, vestido a rigor; é também o homem dos Protocolos, coberto em mistério, um homem cujos dedos abarcavam todas as cordas das motivações humanas e que controla o senhor das forças brutais – o Dinheiro. Se um não-judeu descrevesse um Sidonia, mostrando tão honestamente a história racial e as características dos judeus, teria sido sujeito à pressão que os judeus aplicam a todos os que dizem a verdade sobre eles. Mas Disraeli podia fazê-lo, e perguntamo-nos às vezes se Disraeli não estava, no fim de contas, a escrever mais do que um romance, a enviar um aviso a todos os que sabem ler.



O trecho acima não é apenas a descrição de Sidonia; é também uma descrição de certos judeus americanos que, não obstante a elevada cultura que possuem, enquanto se mexem nos círculos mais elevados, mantêm negócios com "aventureiros" e com "os agentes secretos e espiões políticos," e com os "judeus secretos," e com essas "agências subterrâneas das quais o mundo em geral sabe tão pouco."

Esta é a força do judaísmo, este tráfico entre o superior e o inferior, porque o judeu não reconhece nada de infame dentro do círculo do judaísmo. Nenhum judeu se torna um pária, seja o que for que faça; um lugar e um trabalho esperam-no, qualquer que seja a sua natureza.

Há pessoas altamente situadas em Nova Iorque que prefeririam que não se soubesse que contribuíram para o "aventureiro" que deixou Nova Iorque para subverter a Rússia; existem outros judeus que prefeririam que não tivesse saído nos jornais o quanto eles sabem sobre "agentes secretos e espiões políticos." Disraeli fez mais do que descrever Sidonia; ele retratou o Judeu Internacional tal com ele é também encontrado na América.

Até aqui, Sidonia é descrito a partir de fora. Mas agora começa a falar por ele mesmo, e é em seu nome e enaltece os judeus. É a velha história. Em qualquer lugar, mesmo nos Estados Unidos, a mesma história. Clamando por piedade enquanto usurpam o poder! "Nós pobres judeus" choraminga um multi-milionário nova-iorquino a cujas mãos os legisladores se curvam e até o presidente dos Estados Unidos se torna respeitoso.

Leon Trótski: O "aventureiro" que deixou Nova Iorque para subverter a Rússia


A citação seguinte foi escrita em 1844: os bretões devem estar impressionados hoje com o misterioso concorrente aos seus negócios: é Sidonia a falar – " *** contudo, desde que a vossa sociedade se tornou turbulenta em Inglaterra e poderosas organizações ameaçam as vossas instituições, vão descobrir que o leal hebreu prefere invariavelmente adoptar o mesmo status do igualitário e do livre pensador, preparado para apoiar uma política que pode colocar em perigo a sua vida e os seus bens, do que continuar docilmente sob um sistema que pretende humilhá-lo."

Considerem o seguinte. O "Latitudinarianismo" [doutrina que promove a liberdade de pensamento especialmente em questões de religião] é a doutrina dos Protocolos numa palavra. É a desintegração por meio das assim chamadas ideias "liberais" que não constroem nada em si mesmas, mas têm o poder de destruir a ordem estabelecida.

Repare-se também na resposta de Disraeli à questão algumas vezes colocada, "se os judeus sofrem sob o bolchevismo, porque é que o apoiam?" Ou em termos judaicos – "Se somos tão poderosos, porque é que sofremos com a desordem do mundo?" A desordem é sempre um passo para um novo grau de poder judaico. Os judeus sofrem de bom grado por isso. Mas mesmo assim, não sofrem tanto como os não-judeus. Os soviéticos permitem que a ajuda chegue aos judeus que vivem na Rússia. Na Polónia, os que "sofrem com a fome devido à guerra" podem regalar-se em todos os navios disponíveis ao comprarem os bilhetes mais caros para a América. Não estão a sofrer como outras pessoas estão, mas tal como Disraeli vê as coisas, estão dispostos a sofrer porque percebem em cada colapso da sociedade não judia uma nova oportunidade para o poder judeu se aproximar da cadeira central do poder.

A forma como os judeus destroem a ordem estabelecida das coisas, por intermédio das ideias, como os Protocolos reivindicam, é apresentada na mesma conversa de Sidonia:

"Os Tories [partido conservador inglês] perdem uma eleição importante num momento crítico; os judeus avançam e votam contra eles. A igreja está alarmada com os planos de uma universidade Latitudinária, e, aliviada, recebe a notícia de que não haverá fundos para o seu estabelecimento; um judeu avança imediatamente com o dinheiro para isso."

Se estas palavras tivessem sido escritas por um não-judeu, o clamor de anti-semitismo ecoaria sobre a terra.

Elas são verdadeiras, nem mais nem menos verdadeiras apenas por terem sido escritas por um judeu. E Sidonia acrescenta: "E cada geração [de judeus] deve tornar-se mais poderosa e mais perigosa para a sociedade que a hostiliza." (p. 249.)

Bom, várias gerações passaram desde que estas palavras foram escritas. O judeu ainda olha para qualquer forma de sociedade não judia como hostil. Ele organiza-se fortemente contra a sociedade. E, se Disraeli for tomado como um profeta, as suas palavras manter-se-ão – "os judeus devem tornar-se mais poderosos e mais perigosos." Eles tornaram-se mais poderosos e mais perigosos. Quem quer que meça o perigo, olhe à sua volta.

Deixemos o fascinante Sidonia prosseguir com as suas revelações: "Eu disse-lhe já que iria para a cidade amanhã, porque tenho por regra interferir quando os assuntos de estado estão em discussão. De outro modo, nunca interferiria. Ouço falar de paz e de guerra nos jornais, mas nunca fico alarmado, excepto quando sou informado de que os soberanos querem dinheiro; nessa altura sei que os monarcas estão a falar a sério."

Será lembrado que Sidonia não tinha nenhum cargo governamental. Ainda não tinha chegado a altura para isso. O Poder era exercido nos bastidores muito antes do desejo pela celebridade ser apreciado. Mas se há judeus no governo ou não, o poder que exercem nos bastidores é sempre maior que o poder mostrado às claras. Portanto, quanto mais numerosos forem no governo, maior o seu poder secreto. Sidonia continua:



"Há alguns anos atrás dedicámo-nos à Rússia. Não existia amizade entre a Corte de São Petersburgo e a minha família. Esta tem ligações holandesas que geralmente a supriam; e as nossas representações a favor do hebreu polaco, uma raça numerosa, mas a mais sofrida e desprezada de todas as tribos, não tinham sido agradáveis ao czar. Contudo, as circunstâncias permitiram uma aproximação entre os Romanoff e os Sidónias. Decidi ir eu mesmo a São Petersburgo. Tinha, à minha chegada, uma entrevista com o ministro russo das finanças, o conde Cancrin; deparei-me com o filho de um judeu lituano."

"O empréstimo estava ligado com os assuntos de Espanha; decidi resolver a questão entre a Espanha e a Rússia. Viajei sem descanso. Tive uma audiência imediatamente a seguir à minha chegada com o ministro espanhol, Senor Mendizabel; deparei-me com um dos meus, o filho de um cristão-novo, um judeu de Aragão."

"Em consequência do que veio a público em Madrid, vim directo para Paris para consultar o presidente do conselho francês; deparei-me com o filho de um judeu francês, um herói, um marechal imperial ***"

Se Sidonia estivesse a viajar hoje, encontraria grupos completos de judeus onde nos seus tempos encontraria um, e encontrá-los-ia em lugares de relevo. Suponham que Disraeli era hoje vivo e que este senhor do dinheiro fizesse uma revisão do seu livro "Coningsby," incluindo os Estados Unidos na sua volta pelo mundo! Que grande quantidade de nomes judeus ele encontraria nos círculos oficiais de Washington e Nova Iorque – uma tal quantidade que faria o ocasional não-judeu parecer um estrangeiro a quem que os judeus permitiram simpaticamente entrar!

"O resultado das nossas consultas foi que alguma potência do norte interviesse amigavelmente e com capacidade de mediação. Fixámo-nos na Prússia; e o presidente do conselho fez um pedido ao ministro prussiano, que esteve presente uns dias depois da nossa conferência. O conde Arnim entrou no gabinete e eu deparei-me com um judeu prussiano."

O comentário de Sidonia sobre tudo isto é dirigido a todo o leitor deste artigo: "Portanto, como vê, meu caro Coningsby, o mundo é governado por personagens muito diferentes daquelas que são imaginadas por aqueles que não estão atrás dos bastidores." (pp. 251-252.)

É bem verdade! Porque não deixar o mundo dar uma pequena espreitadela aos bastidores?

E agora as mais ilustrativas linhas que Disraeli jamais escreveu – linhas que quase nos levam a pensar que talvez, no fim de contas, ele estava a escrever para avisar o mundo da ambição judaica pelo poder:

"Você não observará nenhum grande movimento intelectual na Europa no qual os judeus não participam significativamente. Os primeiros jesuítas eram judeus. Essa misteriosa diplomacia russa que tanto alarma a Europa Ocidental é organizada e principalmente levada a cabo por judeus. Essa poderosa revolução que se está a preparar neste momento na Alemanha, e que será de facto uma segunda grande Reforma, de que tão pouco ainda se sabe em Inglaterra, é totalmente desenvolvida sob os auspícios de judeus." (p. 250.)

Os judeus americanos dizem que os Protocolos são invenções. Será Benjamin Disraeli uma invenção? Terá este primeiro-ministro judeu da Grã-Bretanha apresentado de forma inapropriada o seu povo? Não são as suas descrições consideradas uma história verdadeira? E que diz ele?

Disraeli mostra que na Rússia, o país onde os judeus se queixavam de ser menos livres, eram os judeus que mandavam.

Ele mostra que os judeus conhecem a técnica da revolução, prognosticando no seu livro a revolução que mais tarde estalou na Alemanha. Como é que ele pôde ter conhecimento prévio? Porque a revolução estava a desenvolver-se sob os auspícios dos judeus, e, embora fosse verdade que "tão pouco ainda se sabe em Inglaterra," Disraeli, o judeu, sabia, e sabia que a revolução era judaica na origem, no desenvolvimento e no objectivo.


Uma coisa é certa: Disraeli disse a verdade. Apresentou o seu povo perante o mundo correctamente. Descreveu o poder judaico, o objectivo judaico, e o método judaico com um certo estilo que simboliza mais do que conhecimento - mostra empatia racial e compreensão. Disraeli expôs os factos que esta série está a expor. Porque é que o fez? Seria arrogância, esse estado de alma perigoso no qual o judeu prescinde dos seus segredos? Ou era a consciência, impelindo-o a contar ao mundo os desígnios judaicos?

Não importa; ele contou a verdade. Disraeli é um homem que disse a verdade sem ser acusado de "retratar injustamente" os judeus.

terça-feira, junho 21, 2016

71 anos depois do fim da Segunda Guerra Mundial (1945), a extorsão dos judeus aos contribuintes alemães não dá sinais de abrandar…


O International Center for Holocaust Reparations (Centro Internacional para Indemnizações do Holocausto) tem ajudado muitos sobreviventes do Holocausto em todo o mundo no exercício dos seus direitos e ajudou com sucesso muitos sobreviventes a obter o seu legítimo dinheiro. Nós empregamos advogados experientes e especialistas alemães certificados em pensões, apoiados por uma equipa de assistentes dedicados e sensíveis que fazem o seu melhor para alcançar a maior remuneração possível para o sobrevivente (ou os seus herdeiros).



(Centro Internacional para Indemnizações do Holocausto)



Pursuing Rights of Holocaust Survivors

(Prosseguindo em Busca dos Direitos dos Sobreviventes do Holocausto)




Are you a Holocaust survivor who was interned in a Ghetto?

(Você é um sobrevivente do Holocausto que esteve internado num Gueto?)


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Are you a child of a Holocaust survivor who was interned in a Ghetto?

(Você é filho/a de um sobrevivente do Holocausto que estave internado num Gueto?)


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You may be entitled to a large sum of money!

Even if you are already receiving compensation from the Claims Conference or from the German authorities, including the German Pension Insurance you may be eligible to receive additional payments.

The pension is paid even to those who were interned for a short period of time in a Ghetto (including Ghettos in Hungary, Shanghai, Sofia, Czernowitz, Transnistria and many more). The possibilities are for a one-time retroactive compensation, as well as a monthly payment from the German Social Security.


Você pode ter direito a uma grande quantidade de dinheiro!

Mesmo que já esteja a receber uma indemnização da Claims Conference (que representa os judeus do mundo em negociação para indemnizações e restituição às vítimas judaicas e aos seus herdeiros pela perseguição nazi) ou das autoridades alemãs, incluindo a German Pension Insurance, você pode ser elegível para receber pagamentos adicionais.

A pensão é paga mesmo para aqueles que foram internados durante um curto período de tempo num Gueto [incluindo Guetos na Hungria, Xangai, Sofia, Czernowitz (cidade situada entre a Roménia e a Ucrânia), Transnístria (região Moldava) e muitos mais]. As possibilidades são de uma indemnização retroactiva paga toda de uma só vez, assim como um pagamento mensal da Segurança Social alemã.


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Who is entitled to compensation?

Any individual who was interned in a Ghetto, even for a short while, may be entitled to a monthly payment as well as a one-time retroactive payment – in some instances dated back to the year 1997.

A widow(er) of a Holocaust survivor is also eligible for a pension from Germany that would have been paid to the deceased spouse, including cases in which the spouse has been deceased for many years.

This claim can be filed even if you are already receiving a monthly reparation payment from the Claims Conference or directly from Germany (BEG, German Pension Insurance or BADV).

Heirs of Ghetto survivors, who were still alive by June 27, 2002, may be entitled to a one-time payment.


Quem tem direito a indemnização?

Qualquer indivíduo que tenha estado internado num Gueto, mesmo que por um curto período de tempo, pode ter direito a um pagamento mensal, bem como um pagamento retroactivo pago todo de uma só vez – que, em alguns casos, remontam ao ano de 1997.

Um viúvo(a) de um sobrevivente do Holocausto, também é elegível para receber uma pensão da Alemanha que teria sido pago ao cônjuge falecido, incluindo os casos em que o cônjuge faleceu há muitos anos.

Este pedido pode ser apresentado mesmo se você já estiver a receber um pagamento mensal da Claims Conference ou diretamente da Alemanha (BEG, a German Pension Insurance ou BADV).

Herdeiros de sobreviventes do Gueto, que ainda estavam vivos até 27 de Junho de 2002, podem ter direito a um pagamento de uma só vez.


* Comentário meu: Portanto, qualquer indivíduo que tenha estado internado num Gueto (e um Gueto não é um Campo de Concentração), mesmo que por um curto período de tempo, pode ter direito a um pagamento mensal (e ainda a um pagamento retroactivo). Quem tenha casado com um sobrevivente do Holocausto (que já tenha falecido) também pode ter direito a uma indemnização. E também os herdeiros do sobrevivente do Holocausto (desde que este ainda estivesse vivo em 2002), também podem ter direito a uma indemnização...


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I am not sure if my relatives or I are eligible; how do I find out?

Very simple: a short phone call to our office. Or you may leave your information on the form below and we will get back to you with a professional response.

We have successfully assisted many Holocaust victims in receiving what they are entitled to and we will be happy to help you as well.


Não tenho a certeza se eu ou os meus parentes são elegíveis; como posso saber?

(Muito simples: um rápido telefonema para o nosso escritório. Ou pode deixar a sua informação no formulário abaixo e entraremos em contacto consigo com uma resposta profissional.

Temos ajudado com sucesso muitas vítimas do Holocausto a receber o que eles têm direito e teremos todo o prazer em ajudá-lo também.
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Shoah - Termo hebraico que adquiriu o significado de Holocausto Judeu


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The Guardian - 5 de Maio de 2016


Holocaust survivors 'dying in poverty while awaiting compensation'

Tens of thousands of Holocaust survivors are spending the final years of their lives in financial hardship while waiting for governments across Europe to compensate them for property stolen during the Nazi era.

Despite a declaration by 47 countries seven years ago to ensure restitution for the theft of Jewish property during the Holocaust, many of the 500,000 survivors still alive are yet to be compensated, according to the World Jewish Restitution Organisation (WJRO).



Sobreviventes do Holocausto
'a morrer na pobreza enquanto aguardam a indemnização'

Dezenas de milhares de sobreviventes do Holocausto estão a passar os últimos anos de suas vidas em dificuldades financeiras enquanto esperam que os governos em toda a Europa os compensem dos bens que lhes foram roubados durante a era nazi.

Não obstante uma declaração feita por 47 países há sete anos a garantir a restituição do roubo da propriedade judaica durante o Holocausto, muitos dos 500.000 sobreviventes do Holocausto ainda vivos (em 2016 - 71 anos depois do fim da Guerra) estão ainda à espera de serem indemnizados, de acordo com a Organização Mundial Judaica de Restituição (WJRO).


* Comentário meu: Se hoje, em 2016, 71 anos depois de acabar a Segunda Guerra Mundial em 1945, ainda existem 500 mil Sobreviventes do Holocausto, quantos milhões de judeus, ao certo, terão sobrevivido ao Holocausto?